Revender genéricos do iPad

Dias atrás, ao procurar por novidades a respeito da chegada do iPad no Brasil, comecei a identificar diversos equipamentos similares. Claro que empresas consagradas como Sansung, HP, LG, Acher, Asus, Dell, entre outras, estão de olho no agitado mercado de tablets e, se já não lançaram, estão prestes a lançar seus produtos para concorrer com a apaixonante prancheta eletrônica da Apple.

Agora, paralelamente, é preciso tirar o chapéu para a indústria chinesa, capaz de emular e reproduzir em escala apetrechos de qualidade discutível, mas com preços extremamente competitivos. Uma rápida busca por Eyo Pad, iTablet Android, PP-P88, SevenPad, entre outros, revelam produtos com faixa de preço bastante convidativa: algo como R$ 299! O mais interessante é que, ao contrário do iPad, estes podem contar com portas USB, TV digital… Funcionalidades que fazem falta pra muita gente.

Eken M001? Entre os clones (eufemismo para “piratas”) chineses, um dos mais baratos atende pela marca Eken, modelo M001. É um tablet de plástico resistente, com a versão 1.6 do Android e, caso algum fornecedor queira comprar em lote, consegue ao valor de US$ 90 a unidade. Noventa dólares! Uma boa propaganda conseguiria “desovar” uma porção destes em seu bairro, não acha?

Olho vivo – Equipamentos como estes me lembram alguns produtos extremamente baratos e vendidos como se fossem a tecnologia mais incrível da galáxia (alguém lembrou da TekPix?). O Eken M001, por exemplo, possui memória limitada e capacidade lenta de processamento. Certamente é daqueles “baratos que saem caro”… É preciso pesar se vale a pena aproveitar estas ondas e deixar a “terra arrasada”, ou reforçar laços de credibilidade com seus potenciais clientes.

Interessado nos “xing-lings”? Vá por aí em busca de “compras da China” e divirta-se.

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