Marketing de emboscada na Copa

Já ouviu falar em marketing de emboscada? Trata-se de uma ação de publicidade extremamente barata, pois aproveita-se de um evento de intensa exposição midiática para, sorrateiramente, associar uma marca ou produto, rendendo exposição sem necessariamente comprar direitos de veiculação.

E a Copa do Mundo sempre foi palco desse tipo de ação. Afinal, quem tem condições de pagar alguma cota de patrocínio à Fifa – estima-se que a entidade tenha faturado algo como US$ 4 bilhões em publicidade e direitos de transmissão. Não é para menos: ainda que a TV exiba uma partidinha furreca, o mundo inteiro está de olho.

Não entendi… Cite exemplos. Quem lembra das copas anteriores vai lembrar das faixas “Aguaboa” nas arquibancadas. Mas empresas grandes também planejam ações, algumas polêmicas. Em 94, jogadores da seleção celebravam gols fazendo o “número um” da Brahma! Aliás, outra cervejaria, a holandesa Bavária, fez “propaganda escondida” nesta copa da África, ao escalar loiras de minissaia para não apenas embelezar o estádio, como também promover a marca.

E isso funciona? Parece que sim, mas ao que tudo indica, a Fifa está atenta a esse tipo de ação durante o Mundial. Ainda está muito longe pra afirmar que, no Brasil, tudo pode graças ao jeitinho. Independente disso, uma busca no Google revela exemplos interessantes, todos de alguma forma com mecanismo parecido com o marketing de guerrilha: uma ação provocativa, vídeos e fotos na rede e, com algum sucesso, emplacando pautas na mídia. A “emboscada” ocorre em links ao vivo.

Mmmhhh… Será que um torcedor pensaria em fazer algum tipo de “emboscada” pra promover algo nas arquibancadas do Mundial?

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