Investir economias no Tesouro Direto

Tenho um tremendo problema: não consigo economizar! Sobra mês e despesas, acabam os fundos. Aprender a guardar uma grana é o primeiro passo para ganhar dinheiro. Com as sobras mensais, a saída é aplicar e fazer o dinheiro render. Taí outra coisa que não sei fazer: quando tenho alguns caraminguás extras, vão todos para a caderneta de poupança.

Não é a escolha mais inteligente. Vez ou outra, assistindo aos telejornais da TV Globo, aparece a consultora de finanças pessoais Mara Luquet. Sempre que menciona o assunto “onde guardar a bufunfa”, a primeira opção de investimento seguro e rentável é o Tesouro Direto. Já deu pra perceber que, como não sei lidar com grana normalmente, que dirá saber o que é isso.

Então… O que é isso? O site do Ministério da Fazenda explica tudo: é um tipo de investimento de renda fixa, atrelado a variação dos títulos públicos. Títulos são papéis emitidos para captação de recursos: você troca seu dinheiro por uma espécie de “promissória”: depois de um tempo, você recupera o dinheiro com juros. Alguns destes títulos valorizam algo como 10% ao ano – é preciso comparar entre as LTN (Letra do Tesouro Nacional), LFT (Letra Financeira do Tesouro) e NTN (Notas do Tesouro Nacional), cada um com sua característica: prefixado ou variável.

Como faço para investir? Também no site do Ministério da Fazenda, é possível encontrar uma lista de corretoras autorizadas a negociar títulos públicos. É possível começar a investir com cerca de R$ 150 reais. A maior desvantagem do TD talvez seja a incidência do imposto de renda (a Poupança é isenta), em compensação outras aplicações ou planos de previdência privada (especialmente nos bancos onde você tem conta) cobram taxas de administraçào – aí a escolha passa pela relação custo-benefício.

Tá afim de investir? Tem alguma preferência? Compartilhe sua visão conosco!

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