Escolher o melhor ponto comercial

Sempre tive vontade de abrir uma livraria, um sebo ou algo assim. Vez ou outra, eu me pego abrindo uma dessas bombonieres, gigantescos comércios de doces e guloseimas. Lojas que vivem cheias, especialmente nos arredores do metrô – infelizmente, bem mais que lojas de livros ou revistas.

Mas entre o sonho e a execução… Dá uma preguiça, não? Nem vou entrar no detalhe da escolha de uma franquia, jeito fácil de abrir uma casa e deixá-la em ordem. Vou concentrar aqui outra preocupação: a escolha do lugar onde a loja será aberta? Essa escolha é fundamental para o sucesso do negócio!

Boas práticas – Alguns aspectos são importantes: uma vitrine bem caprichada, com os produtos mais atraentes visíveis e claros. Atenção ao fundo, iluminação. Se o ramo de atividade for específico, é bom considerar uma região ou bairro da cidade com vocação temática – em São Paulo, é fácil lembrar o que dá para encontrar em ruas como a Santa Ifigênia ou a Teodoro Sampaio. Outra saída comum é a segurança dos shoppings centeres. Estima-se, no entanto, que o custo seja 30% mais caro em relação a escritórios e lojas na rua.

Regras para o aluguel – Uma pesquisa sobre o tema revela que a legislação protege inquilinos de imóveis não residenciais ter o seu contrato de locação renovado compulsoriamente, por meio de uma objeto judicial chamado “ação renovatória de contrato de locação”. Ela deve ser proposta entre seis meses e 1 ano antes do fim de contrato, com outros requisitos: contrato por escrito e com prazo determinado de cinco anos ou mais; exploração do mesmo ramo de atividade pelo prazo mínimo ininterrupto de três anos; cumprimento exato das obrigações contratuais. A orientação jurídica, evidentemente, é a de observar com cuidado e negociar as cláusulas em seus contratos.

Seguramente, empreender requer atenção aos mínimos detalhes.

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