Consertar iPhone quebrado

Esses dias saí para passear com meu cunhado, que não mora em São Paulo. Conversamos sobre empreendedorismo, ganhar dinheiro, essas coisas que costumo escrever informalmente por aqui (e incrivelmente me surpreendo com alguns comentários bem doidos). Enfim, além de idéias mirabolantes sobre o uso de novas tecnologias para o relacionamento com clientes (isso vai virar algum texto mais adiante), falamos sobre sua visita à capital paulista: um curso.

Seu objetivo era entender, tecnicamente, como funciona um iPhone e suas tecnologias embricadas e oferecer manutenção. A idéia é formidável: a cada dia, os brasileiros se encantam com o aparelhinho da Apple, que chegou a sua quarta geração. Obviamente, como toda máquina, reparos são necessários. E entender como o bichinho funciona – seja para reativá-los, revendê-los a preços módicos ou melhor ainda, relacionar-se com donos e fornecedores do telefone – representa um nicho de mercado bastante promissor.

O que é preciso entender? Uma rápida passada de olhos em uma empresa que oferece cursos do gênero traz algumas palavras-chave interessantes: ESD, gerador de clock, componentes SMD, BGA, LCD, touchscreen, iOS, firmware, desbloqueio… Além da montagem do laboratório e uma compreensão extensa das possibilidades de hardware e software. Notadamente, é preciso ter algum conhecimento em eletrônica e componentes para pensar em oferecer serviços de assistência técnica.

E o que posso fazer? Não acredito que a condição ideal seja a consolidação de um laboratório próprio: profissionais do ramo podem trabalhar perfeitamente em lojas e empresas especializadas. A própria certificação oficial pode abrir portas para um profissional, não apenas nessa área, mas em diversos setores que exigem mão de obra técnica qualificada. Enfim, torço para que o meu cunhado consiga relevância similar a de Breno Masi, o brasileiro que ficou conhecido por explorar o iPhone por conta própria e, por conta disso, ter sido convidado por ninguém menos que Michael Schumacher para desbloquear seu telefone…

A propósito, este será o final de ano do iPhone e do iPad, não?

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