Cadastrar seu site em diretórios

Mês passado comentei aqui a respeito da importância em conseguir backlinks para seu empreendimento virtual, independente dos objetivos (vender seus produtos e serviços ou simplesmente escrever aleatoriamente sobre coisas que todos falam). Resumidamente, a conclusão é simples: vale mais procurar por conexões de qualidade. Principalmente as espontâneas, capazes de consolidar uma reputação online.

Claro que, para sites recém-construídos, há uma ansiedade gigantesca. Por que meus acessos são tão baixos? Por que ninguém comenta? Em busca de resultados expressivos, boa parte destes novatos “webmasters” (ainda se usa essa palavra?) correm atrás de soluções rápidas – e discutíveis.

Deixando a máquina trabalhar: Faça uma busca no Google por “conseguir backlinks” ou “fazer link building” e surpreenda-se com alguns resultados: gente recomendando o cadastro em todos os diretórios possíveis (Dmoz, Yahoo, Alltheweb), propagadores de feeds (os “bot rss”), agregadores e sites de recomendação (Ueba, Ocioso)… Sugerem até mesmo o uso de sistemas autônomos (serviços de hospedagem gratuita e blogs) para que o link se espalhe por aí. E mais: um antigo GuestBook da Nasa, pelo simples fato de domínios “gov” terem PageRank alto! Francamente.

Deixando a máquina punir: Obviamente, se o conteúdo de seu site tiver conexão com os diretórios cadastrados, é altamente recomendável divulgá-lo em alguns destes serviços, com o intuito de facilitar o trabalho de quem procura seus textos. Mas sem exagero: os algoritmos do Google são capazes de identificar, por exemplo, um aumento repentino de conexões oriundas de sistemas autônomos – é o chamado Link Farm. Tentativas similares a esta de “trapacear” o sistema são fortemente punidas.

Esse tema remete ainda aquelas manjadas “parcerias” entre blogs. Outra roubada.

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